O filme The Machinist me lembrou, por várias analogias, o poema Movimento da Espada, de Drummond. Há algumas semelhanças também entre esse filme e O Clube da Luta. Personalidade fragmentada, projeções doentias — tudo por falta de uma adequada e sincera narrativa de sua própria vida. Em The Machinist, o sentimento de culpa, a consciência do dever de reparação e a fuga de si mesmo proporcionam uma atormentada e impressionante série de acontecimentos que levam o personagem principal à reintegração de sua história pessoal. No final, tudo é precioso e tranquilo como olhos guardados nas pálpebras.